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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Suddenly...

... I hear your voice in my skin and it feels like...

(In: http://img242.imageshack.us/i/455050gr.jpg/ )

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Turn-Off Total

Eu e a Vera utilizamos frequentemente este conceito, o do turn-off total. Nem sei se existe ou se fomos nós que o inventámos. Mas utilizamo-lo para descrever pormenores masculinos, físicos ou de carácter (ou mesmo de acessórios, como prova a minha "paixão" pelas pochetes), que eclipsam à partida qualquer desejo (tesão, vá) nosso em relação a quem os possui.

Porque é que me lembrei agora disto? Porque hoje já vi três homens a cuspir para o chão. E ainda agora estamos na hora de almoço. Se todas as mulheres forem como eu e a Vera, é óbvio que estes três homens terão uma vida muuuuuito triste pela frente. Muito, muito, muito triste. E seria bem feito!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Namoradas vs Amantes

No domingo passado, para aliviarmos as neuras, fui com a Vera ver o filme "Louca Por Compras". Já no cinema, numa das cenas do filme, passada numa varanda belissimamente iluminada de Nova Iorque, a protagonista pergunta ao homem por quem está apaixonada se a não-sei-quantos não é a namorada dele, ao que ele responde que não é porque "ela não és tu". E beijam-se. E todas as mulheres que estavam a assistir ao filme oooohhhzaram em uníssono. Exceptuando eu, que rosnei: "Estas coisas não acontecem"!

É que, como a própria Vera afirma, os homens não querem vínculos. Ok, ok, não se pode generalizar, haverá alguns que não se assustam por tão pouco. Mas, de uma maneira geral, realmente não querem vínculos. Não querem namoradas, querem amantes. Às amantes não têm que dar a mão, não têm que fazer telefonemas para desejar boa noite, não têm que lhes dizer que gostam delas, não têm que as convidar para as festas a que vão. Com as amantes só têm que fazer sexo! Mas então, perguntamos nós, porque é que não fazem???

Uma dica para todos os homens: quando as mulheres decidem que se sentem confortáveis com uma relação casual, esperam ter sexo e não se contentam com um encontro mensal. É que, sabem, ninguém é assim tão bom que mereça a espera :)!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

(Falta de) VIda Sexual:)

Ontem almocei com 4 amigos, todos eles casados, a Manuela, o Tiago, a Nilza e o Tó-Zé. O tema de conversa durante 90% do tempo do almoço foi... o sexo! Uma das poucas interrupções neste tema doi quando a Nilza, com o pingo ao nariz, perguntou qual de nós tinha um lenço de papel e, nessa altura, o empregado do restaurante veio da outra ponta da sala com um guardanapo de papel... Ora se o senhor nos ouviu falar de lenços de papel, desconfiamos que toda a gente a comer naquele restaurante esteja, neste momento, a par das nossas vidas sexuais!!! Ai!

Mas, vejam quais as conclusões do almoço, que a Nilza publicou em outro dos seus blogs:
http://blogdeumamae.blogspot.com/

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Médicos do INEM, roupa interior e outras coisinhas mais

Aqui vai mais uma contribuição (fabulosa, por sinal) da Vera Lúcia :)

1.º nota – Doctors are hot! Nem era preciso vermos o George Clooney a curar criancinhas, nem o McDreamy e McSteamy à luta pela ruivinha, para chegarmos a esta conclusão. Não sei se é por salvarem vidas, se é pela bata branca e o estetoscópio, ou simplesmente porque conhecem com precisão cada ínfima partezinha do nosso corpo, mas o certo é que desde há muitas gerações que os médicos nos fazem suspirar bem mais do que os engenheiros ou os advogados.

2.º nota – Um dos grandes handicaps de não ter um homem na nossa vida é a perda de importância daquilo que se usa debaixo da roupa. Enfim, poderia dizer que me visto para ficar bonita para mim mas, mas eu acho que estou bonita de qualquer forma (se eu não gostar de mim…?). Eu quero é estar confortável. E pouco me importa se olho para baixo e vejo uma cueca gigante de cores berrantes. Tudo o que funcione melhor para me dobrar ao meio e me esticar no sofá é aprovado pela mestre-de-obras.

Intersecção entre ambas as notas: O que é que os médicos têm a ver com a minha roupa interior? Tudo, caríssimos e caríssimas. É que o meu desleixo só se aplica quando estou em casa, de tranças e óculos, arrastando-me entre o computador e os livros. Mal ponho o pé na rua a roupa interior passa a ser o prius da minha existência. É que pode não existir namorado para a apreciar condignamente e a arrancar devagarinho, mas há sempre a esperança de ser atropelada ou de cair na rua de ataque fulminante e aí… bem, aí, viriam os médicos do INEM. Confesso que nunca conheci nenhum, nem intimamente nem sequer socialmente, mas tenho esta fantasia (admito que pouco fundamentada) de que são todos uns giraços, altos e bem formadinhos e, o melhor de tudo, com dois dedos de testa. Afinal, os tipos conseguiram tirar o curso de medicina, não podem ser tontos de todo!

Ora, acontecendo uma felicidade destas (eu disse felicidade? Queria dizer infelicidade, desculpem o lapsus linguae), lá teriam os médicos que me arrancar a roupa (com um bocadinho de sorte arrancam-na com a boca) e, obviamente, preferia morrer ali mesmo a ser vista com o cuecão da avó e o soutien deslavado sem armação. Por isso, todas as vezes que saio do aconchego do lar, nem que seja para ir comprar pão ao fundo da rua, lá visto eu as minhas pequeninas calcinhas (detesto a palavra “cuecas”… coisa mais sem graça… por isso adoptei a terminologia brasileira), com lacinhos de ambos os lados, o soutien “empinante”, cheio de rendinhas e rococós e, se for caso disso, as meias de liga.

E a cada passo que dou anseio com todas as minhas forças: i) que a desgraça esteja comigo; ii) que alguém tenha o bom sendo de chamar o INEM quando tal finalmente aconteça; iii) que o médico seja lindo a ponto de ressuscitar mortos; iv) e que a situação obrigue a respiração boca a boca. Ah, claro, e que v) tenha que me despir. De pouco me vale andar com as melhores roupinhas intímas se não é para as mostrar. Mas se os amáveis doutores não acharem necessário privar-me das minhas vestes, sempre posso ter um ataque de espasmos que me faça rasgar a roupa. Seria um último recurso, mas não descarto a hipótese. Afinal, no amor, na guerra e na saúde vale tudo. Especialmente se estiver em causa um conjunto de lingerie e um médico que cure males do coração.

quarta-feira, 25 de março de 2009

O Tamanho Importa

Vocês já viram que nós as mulheres somos educadas, há anos, com base numa série de preconceitos??? Dizem-nos que o sexo é o menos importante numa relação, desde que estejamos com alguém que nos ame e respeite. E embora eu concorde que as partes do amor e do respeito são fundamentais, lapidares mesmo, a verdade é que o sexo é realmente importante, por isso, parem de tentar enganar-nos quando estamos em crescimento!!! Desconfio que esta teoria em relação ao sexo, tal como os caminhos de acesso às Docas, foi inventada por um homem... Porque será??? Ah, e já agora, o tamanho importa! Pelo menos o tamanho do cérebro :)!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Café, Sexo e Chocolate


Deixem-se de palavras cruzadas, jogo de palavras, jogos de computador e sudokus. A fórmula química para estimular o nosso cérebro esta aqui: café, sexo e chocolate! Estimulem a vossa massa cinzenta!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Sexo no Primeiro Encontro

É do conhecimento público :) que eu estive casada durante treze anos. Ou seja, durante treze anos não comecei e não rompi namoros, não conquistei nem fui conquistada, não tive encontros e, consequentemente, não tive primeiros encontros! E, não sei se é por ser demasiado optimista, achei que durante todos estes anos as mentes das pessoas tinham mudado, tornando-se mais abertas e menos empoeiradas.
Eis senão quando (sempre quis escrever isto), um destes dias, em conversa internética (sempre) com um amigo meu, mais novo do que eu ainda por cima, descobri que ele achava que as mulheres que faziam sexo no primeiro encontro eram fáceis. As mulheres, notem! Não os homens, só mesmo as mulheres!
Mas o meu problema nem é só de género! O meu problema é que se faça este raciocínio... Porque se alguém me disser que nunca faz sexo no primeiro encontro porque se sente melhor assim, respeito. Mas se alguém me disser que faz sexo no primeiro encontro porque lhe apetece, desde que à outra parte envolvida também apeteça e depois disso toda a gente ficar bem, eu respeito igualmente. Não vou fazer juízos... Não há juízos para fazer!!!
E a propósito disto lembrei-me da Canção do Engate do António Variações... Se não fosse totó punha aqui a canção, mas como sou, fica apenas o poema, sorry!

Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estás só e eu mais só estou
Que tu tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta

Vem que o amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás

Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Departamento Sexual de Certas Vidas de Salto Alto

A semana passada, em conversa internética com a Mónica, acabámos por chegar à conclusão de que ambas achamos (com base em exemplos bem reais) que, em pleno século XXI, há ainda muitas mulheres que têm vidas sexuais frustrantes... E estão conformadas com isso! E vivem anos assim!

Falámos concretamente do caso de mulheres que mantém uma relação de muitos anos com o seu primeiro (e durante muito tempo único) parceiro sexual. O que até tem uma certa conotação romântica (e pode sê-lo, dependendo dos casos, é bom que se diga). E durante todos esses anos, uma vez que não obtém qualquer prazer com a sua vida sexual, vivem convencidas de que, das duas uma, ou têm algum problema/defeito ou aquilo que sentem, uma vez que não existe qualquer termo de comparação, é o máximo do que se pode sentir a esse nível! Triste, não é?

Algumas destas mulheres acabarão, eventualmente, por viver outras experências. Haja esperança! E nessa altura, como diria a famosa Cidália, pensarão "Oh God, make me good, but not yet"!!!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Estes Jantares...

Os tais de salto alto (à excepção das sapatilhas do nosso conselheiro de serviço), são um dos momentos altos das minha semanas, essa é a verdade. É uma coisa fantástica esta de reunir um grupo de amigos, só pessoas com quem queremos e gostamos de estar, para comer (pão de alho pré-cozinhado e lasanha pré-cozinhada, que não dão trabalhinho nenhum, há lá coisa melhor???), beber, conversar e rir, rir mesmo, mesmo muito! Terapia para a alma!!! E até se aprende alguma coisa! Por exemplo, ficamos a saber que isto das pastilhas elásticas é um mundo!!!
De que mais falamos? Hum... Acho melhor nem contar! You can't handle the true, ehehehehe!